PROFESSORA MARIA DO CARMO ASSUME COMPROMISSO DE CRIAR DELEGACIAS ESPECIALIZADAS NA PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO INTERIOR

Diante da grande repercussão do caso do piloto preso em São Paulo, acusado de integrar uma rede criminosa de exploração sexual de crianças e adolescentes, a pré-candidata ao governo Professora Maria do Carmo (PL) assumiu o compromisso de ampliar a atuação da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), criando unidades nos municípios do interior do Amazonas.

“A pedofilia é um crime que não deveria haver perdão. É uma chaga que precisa ser banida da nossa sociedade. A gente não pode se calar diante desse tipo de crime. A pedofilia não pode jamais ser banalizada”, disse ao repudiar o caso que ganhou destaque nos principais veículos de comunicação de todo o país.

“Como mulher, mãe e avó, eu assumo o compromisso de levar a sério as políticas de proteção das nossas crianças e adolescentes. E deixo um recado aos pedófilos de plantão: vamos agir com mão de ferro e criar delegacias em todo o Amazonas para combater esse tipo de crime, porque quando as leis são verdadeiramente cumpridas, quando se dá exemplo e não se deixa brechas, a gente consegue sim quebrar a couraça da impunidade”, afirmou a Professora Maria do Carmo.

No vídeo publicado em suas redes sociais nesta terça-feira, 10/2, a pré-candidata destacou o estudo “Violência contra crianças e adolescentes na Amazônia”, divulgado em agosto do ano passado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que apontou crescimento 184% nos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no Amazonas, entre os anos de 2021 a 2023.

“Não se trata somente de números. É o futuro das nossas crianças que será para sempre marcado por tristeza. É o fim dos sonhos e da pureza que fazem da infância uma fase tão mágica e importante para a vida de todos nós. Fica meu repúdio e meu alerta. Afinal, é dever de todos nós zelar pela segurança e pelo futuro das nossas crianças e adolescentes”, encerrou a Professora Maria do Carmo.


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