O início do julgamento dos acusados pela morte da jovem grávida Débora da Silva Alves, de 18 anos, foi marcado por emoção e revolta do lado de fora do Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus, nesta quarta-feira (27). Familiares da vítima afirmaram que foram impedidos de acompanhar a sessão do Tribunal do Júri.
A avó de Débora, Maria Rosinalda, chorou ao falar sobre a impossibilidade de assistir ao julgamento de Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, réus pelo assassinato da jovem e do bebê que ela esperava.
“Eu queria assistir, queria olhar para a cara dele e perguntar por que ele fez isso com a minha neta”, declarou a idosa durante entrevista concedida em frente ao fórum.
*FONTE: PORTAL TUCUMÃ