A desembargadora Luiza Cristina Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas, negou o pedido de revogação da prisão preventiva de Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso, investigados no caso que apura a morte de Djidja Cardoso, ocorrida em maio de 2024, em Manaus.
A decisão foi proferida neste mês e rejeita o pedido da defesa, que alegava constrangimento ilegal devido ao tempo de prisão, superior a 600 dias.
Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que não há elementos suficientes para concessão de medida de urgência neste momento, destacando a necessidade de uma avaliação mais aprofundada pelo colegiado da Corte.
Na decisão, a desembargadora ressaltou que, embora a defesa aponte excesso de prazo e falta de fundamentação para a manutenção da prisão, o tema exige análise detalhada.
Por isso, determinou a solicitação de informações adicionais à juíza responsável pelo processo em primeira instância, deixando a decisão final a cargo do órgão colegiado.
*Fonte: Portal Tucumã