Duas funcionárias de uma locadora de veículos foram presas nesta terça-feira (25), suspeitas de colaborar com o furto de R$ 66 mil da própria empresa, no bairro Praça 14 de Janeiro, zona Sul de Manaus.
Ao todo, quatro pessoas foram detidas durante a operação conduzida pelo 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Três são investigadas diretamente pelo furto, enquanto a quarta foi presa em flagrante por outros crimes identificados durante as diligências.
Porta teria sido deixada aberta para facilitar entrada
Segundo a Polícia Civil, as funcionárias teriam deixado propositalmente aberta uma porta que dava acesso aos escritórios da locadora.
A medida teria permitido que os demais envolvidos entrassem no estabelecimento durante a madrugada de sexta-feira (21) e retirassem o dinheiro.
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As duas suspeitas foram presas enquanto trabalhavam na empresa.
Chamada de vídeo teria revelado localização do dinheiro
Horas antes do crime, uma das funcionárias teria feito uma chamada de vídeo com outro investigado.
Durante a ligação, ela teria informado que havia R$ 66 mil sobre uma mesa no escritório, conforme a versão apresentada pela Polícia Civil.
A investigação busca esclarecer como o grupo planejou o furto e qual foi a participação individual de cada suspeito.
Notebook foi recuperado pela polícia
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais recuperaram um notebook levado da locadora e apreenderam uma motocicleta supostamente utilizada na ação criminosa.
Os outros suspeitos foram encontrados no bairro Viver Melhor, zona Norte da capital.
Não foi informado quanto do dinheiro furtado foi recuperado.
Três investigados responderão pelo furto
As três pessoas investigadas diretamente pela retirada do dinheiro deverão responder por associação criminosa e furto qualificado.
Uma quarta pessoa foi presa em flagrante durante a operação e autuada por tráfico de drogas, receptação e associação para o tráfico.
Os quatro detidos foram encaminhados ao 1º DIP e permanecem à disposição da Justiça. Eles deverão passar por audiência de custódia, que analisará a legalidade das prisões e a necessidade de manutenção das medidas cautelares.
Fonte: AM POST