PETROBRAS CONFIRMA APORTE DE US$ 500 MILHÕES EM URUCU APÓS ASSINATURA DE CONCESSÕES

O governador Roberto Cidade assinou, nesta quarta-feira (17/06), duas Concessões de Direito Real de Uso (CDRUs) de áreas estaduais destinadas às operações da Petrobras na região de Urucu, em Coari (a 363 quilômetros de Manaus). Uma das concessões assegura a continuidade das atividades já desenvolvidas pela estatal, enquanto a outra autoriza a implantação de novos projetos de perfuração de poços. A medida garante segurança jurídica para investimentos estimados em US$ 500 milhões, marca a retomada da atividade de perfuração após mais de uma década e deve gerar mais de 3 mil empregos diretos e indiretos no Amazonas.

Segundo o governador Roberto Cidade, as concessões permitirão a ampliação dos investimentos da estatal, com geração de empregos e fortalecimento da economia no interior do Amazonas.

“Há dez anos não havia uma concessão e nós a concedemos. São mais de 500 milhões de dólares que vão ser investidos e mais de 3 mil empregos diretos e indiretos gerados. Nós hoje demos duas concessões de terras, uma para continuar a exploração do que já tem e outra para ter outros investimentos para que possamos ter continuidade e ampliar esses serviços no interior do estado, de exploração de petróleo e de gás. Essas concessões axuliam na geração de emprego, no aquecimento da economia e nos dá perspectivas de dias melhores para o nosso povo”, declarou.

O processo é resultado de tratativas conduzidas pelo Governo do Amazonas e pela Petrobras para garantir a segurança jurídica necessária à continuidade das operações e ao desenvolvimento de novos empreendimentos. Em janeiro deste ano, representantes da estatal estiveram na Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (Sect) para dar continuidade aos procedimentos relacionados à documentação das áreas.

Representando a Petrobras, o gerente de Planejamento e Gestão, Eliseu Robert Lage, destacou que as concessões criam as condições necessárias para a retomada dos investimentos da companhia na região amazônica e para a expansão das atividades de exploração nos próximos anos.

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