A estiagem tem dificultado o transporte fluvial na região da Marina do Davi, em Manaus. Segundo relatos da comunidade, moradores precisam caminhar cerca de um quilômetro para alcançar os pontos de embarque após o recuo das águas.
As dificuldades continuam durante as viagens. Usuários relatam que lanchas encalham em trechos de pouca profundidade, interrompendo os trajetos e aumentando o tempo de deslocamento.
A redução na circulação de passageiros também afeta permissionários, comerciantes e prestadores de serviço, que relatam queda nas vendas e prejuízos à renda.
Recuo das águas aumenta percurso até as embarcações
Com a redução do nível dos rios, os pontos de embarque ficaram mais distantes dos acessos utilizados pela população.
Segundo os relatos, a caminhada adicional passou a fazer parte da rotina de quem depende das embarcações para se deslocar entre as comunidades ribeirinhas e a capital.
Encalhes interrompem viagens
A pouca profundidade em determinados trechos também compromete a navegação. Passageiros relatam encalhes de lanchas ao longo do percurso, com interrupções e atrasos.
As dificuldades tornam o deslocamento mais lento e desgastante para moradores e trabalhadores que utilizam o transporte fluvial diariamente.
Comércio sente redução no movimento
Os efeitos da estiagem também atingem as atividades econômicas da Marina do Davi. Permissionários e trabalhadores afirmam que a circulação de pessoas diminuiu, refletindo nas vendas e na procura por serviços.
Não foram apresentados números sobre a queda no faturamento, mas os relatos apontam perda de renda entre profissionais que dependem do movimento no local.
Fonte: AM POST