TERCEIRA IDADE: VACINAÇÃO É ALIADA DA SAÚDE E DA LONGEVIDADE

O Brasil passa por um acelerado processo de envelhecimento populacional — segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país já tem mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais — e a vacinação se destaca como ferramenta essencial para promover saúde, bem-estar e qualidade de vida nessa fase. Com o avanço da idade, o sistema imunológico se torna menos eficiente, aumentando a importância de medidas preventivas que reduzam o risco de infecções, internações e óbitos, além de favorecer um envelhecimento mais ativo e seguro.

 

Dados do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que influenza A e covid-19 estiveram entre as principais causas de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave em idosos em 2025, reforçando a necessidade de manter a vacinação em dia. Entre as vacinas recomendadas estão a da gripe (anual), pneumocócica e contra covid-19, além da imunização contra herpes-zóster — disponível na rede privada — que previne complicações e pode trazer benefícios adicionais, como possível redução do risco de demência apontada em estudo recente.

 

Além da proteção individual, a vacinação contribui para o controle de surtos e a proteção coletiva, especialmente em locais com grande circulação de pessoas, como instituições de longa permanência. Manter a caderneta atualizada deve fazer parte da rotina de cuidados, juntamente com consultas e exames regulares, sendo recomendada a avaliação de um profissional de saúde para definir as vacinas indicadas conforme histórico clínico, comorbidades e possíveis contraindicações.

 

Foto: Freepik

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