ESTREIA FRUSTRANTE: ATUAÇÃO DO BRASIL NA COPA É CRITICADA

O empate da Seleção Brasileira em 1 a 1 contra o Marrocos, no último sábado (13), na estreia do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, gerou uma onda de duras críticas da imprensa esportiva. Comentaristas e analistas demonstraram forte frustração com o desempenho coletivo do time comandado pelo técnico Carlo Ancelotti, destacando a falta de repertório tático e a excessiva dependência de jogadas individuais do atacante Vinícius Júnior para evitar a derrota na estreia do mundial.

Falta de repertório e críticas pesadas a Carlo Ancelotti

As análises mais contundentes do pós-jogo vieram dos ex-jogadores e comentaristas Craque Neto e Walter Casagrande Júnior. Ambos direcionaram a culpa pelo tropeço diretamente às escolhas do treinador e ao rendimento de peças veteranas do elenco titular.

Craque Neto usou suas redes sociais e a transmissão da Rádio Craque Neto para disparar contra a escalação inicial do meio-campo e a ausência do jovem atacante Endrick.

“Brincadeira esse Ancelotti. Escala mal o time. Casemiro, há quanto tempo eu falo que não tem condição? Paquetá? Não joga p***** nenhuma. […] Vamos mudar. Bota o Danilo, o Rayan, o Endrick. Não consigo entender como o Endrick não entra”, protestou o apresentador.

Em sua coluna no Portal UOL, Casagrande seguiu linha parecida e definiu a atuação brasileira como o reflexo de uma equipe sem conteúdo coletivo, ironizando o status atual do elenco ao afirmar que “essa seleção brasileira tem muito marketing e pouca bola”.

Para ele, o empate foi de responsabilidade direta da comissão técnica por demorar a mexer na estrutura tática e por não acionar Endrick centralizado no ataque para dar velocidade à equipe.

Meio-campo desorganizado e ataque ineficiente

Outros nomes de peso do jornalismo esportivo endossaram o tom de decepção com a estreia do Brasil na Copa de 2026:

  • Luiz Antônio Prósperi (PVC): Avaliou o desempenho brasileiro como “abaixo da crítica”, apontando um completo descontrole no setor de meio-campo e classificando os primeiros 15 minutos do meia Lucas Paquetá como “trágicos”.
  • Arnaldo Ribeiro: Classificou o jogo coletivo da Seleção como um verdadeiro “desastre”. O jornalista considerou a decisão de Ancelotti de deixar Endrick no banco — mesmo fazendo uso das cinco substituições permitidas — uma “aberração” diante da clara ineficiência do setor ofensivo titular.

Com o resultado de igualdade na rodada de abertura, o Brasil soma apenas um ponto na tabela de classificação. A Seleção Brasileira agora corre contra o tempo para corrigir os erros táticos e buscar a sua primeira vitória no torneio.

A equipe volta a campo na próxima sexta-feira, (19 de junho), para enfrentar a seleção do Haiti pela segunda rodada do Grupo C.

 

*FONTE: PORTAL TUCUMÃ

Leia também

Leave a Comment